Apesar de mais uma derrota do Santos no Campeonato Brasileiro, desta vez, diante do Fluminense, na última quinta-feira, no Rio de Janeiro, o técnico Marcelo Fernandes tem motivos para ficar animado. Segundo ele, a diretoria está com uma lista de reforços de causar inveja nos adversários.

A diretoria santista intensificou a busca por reforços por dois motivos: a saída oficial do ídolo Robinho e a ameaça de rebaixamento. Após a derrota para os cariocas, a equipe santista caiu para a 16ª colocação, com dez pontos ganhos, a um ponto da zona de degola.

O UOL Esporte apurou que os dirigentes do Santos tentam reforçar o time com atletas que disputam ou disputaram a Copa América por suas seleções. Os nomes são mantidos em sigilo, mas há negociações com dois atletas sul-americanos.

"Estamos procurando, a diretoria está tentando qualificar esse grupo ainda mais na maturidade. A respeito de reforços a diretoria está trabalhando, vários nomes muito bons, mas qualificar com os nomes que estão sendo falados vai dar um upgrade muito grande", afirmou Marcelo Fernandes.

O Santos estipulou um teto salarial de pouco mais de R$ 200 mil, no entanto, a diretoria quer utilizar a verba que seria utilizada para manter Robinho para reforçar o elenco. A proposta santista feita ao camisa 7 girava em torno de R$ 900 mil.

A ideia da cúpula alvinegra é contratar entre dois e três jogadores, com salários de aproximadamente de R$ 300 mil. Caso cheguem dois reforços, o clube paulista deve oferecer salário de R$ 400 mil.

Além dos reforços sul-americanos, o Santos avalia a contratação do meia-atacante Nenê, que foi oferecido por empresários. O meia de 33 anos está livre no mercado após seu desligamento do West Ham, da Inglaterra. Não há nenhuma conversa, por enquanto, com o veterano.

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