Morto a pauladas por causa de bomba de pneu foi amarrado antes de ser assassinado em Campo Grande

Assassino foi preso em flagrante ao lado do corpo

| MIDIAMAX


Evandro morreu no local (Midiamax)

Evandro Pereira de Lima de 41 anos teve os pés amarrados quando foi assassinado a pauladas por colegas de trabalho na noite desta quarta-feira (9), na Vila Entroncamento no Distrito de Indubrasil, em Campo Grande, o que teria dificultado a sua defesa dos autores.

Quando os policiais chegaram ao local em uma propriedade rural, por volta das 20h45 da noite desta quarta (9), flagraram a vítima ensanguenta no chão e com os pés amarrados sendo que os dois colegas da vítima estavam ao lado corpo,  Adjander e outro rapaz. Os dois foram presos e levados para a delegacia. No local, ficou constatado que apenas Adkander cometeu o crime. O outro rapaz foi liberado por ser apenas testemunha.

No local os peritos da Polícia Civil apreenderam corda, caibro e um celular. Evandro morreu no local e tinha vários ferimentos na cabeça. Um dos suspeitos teria dito aos policiais ainda no local do crime, que ele e a vítima teria se envolvido em uma briga sem dar detalhes.

Mas, o Jornal Midiamax apurou no local que o assassinato teria sido motivado por causa de uma bomba de encher pneu de bicicleta. Evandro emprestou a bomba para um deles e depois foi pedir para que devolvesse.

Ainda de acordo com informações, Evandro já havia sido agredido pelo rapaz, na frente de sua casa, dentro da propriedade rural ainda nesta quarta-feira. Logo após ser agredido, Evandro foi tirar satisfação com os dois que moravam em uma outra casa, também dentro da fazenda.

No local, houve uma discussão e Evandro foi morto a pauladas que o atingiram principalmente em sua cabeça. A vítima sofreu graves traumas, inclusive com exposição de massa encefálica e morreu no local. Evandro trabalhava na fazenda há aproximadamente 30 anos. Já os homens eram recém-contratados.

Matéria atualizada dia 10/06 para acréscimo de informações. Na delegacia, Ajander admitiu o crime e o outro rapaz foi liberado, porque ficou comprovado que ele era apenas testemunha do caso. 

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