Sanesul é reconhecida no país pela capacidade que criou diante das novas normativas para o mercado

A leitura foi feita nesta sexta-feira (22) pelo diretor-presidente da empresa, Walter Carneiro Júnior, durante entrevista.

| REDAçãO MS NEWS


O diretor-presidente da Sanesul (Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul), Walter Carneiro Júnior, afirmou nesta sexta-feira (22), durante entrevista à FM Capital, que a companhia vem sendo reconhecida nacionalmente pela capacidade que criou de atender as novas normativas para um novo mercado.

O dirigente se disse muito feliz pelo fato de a Sanesul se destaque, mais uma vez, na mídia nacional no ranking das melhores empresas brasileiras.

A mais recente coroação aconteceu no último dia 5 de outubro no prêmio ‘AS MELHORES DA DINHEIRO 2021’, promovido pela Revista IstoÉ Dinheiro,  em reconhecimento aos grandes êxitos empresariais das maiores companhias que atuam no Brasil.

A companhia de saneamento também foi destaque no prêmio ‘Revista Valor 1000’, entre as mil maiores empresas do país”, conferido pelo jornal Valor Econômico.

“Nós ficamos muitos felizes com esse resultado,a Revista IstoÉ Dinheiro e o jornal Valor Econômico todo o ano soltam o ranking das melhores companhias do Brasil. E este ano no setor do saneamento básico, nós tivemos destaques pontuais em algumas ações. Primeiro lugar em desenvolvimento sustentável. A Sanesul vem sendo reconhecida nacionalmente pela capacidade que ela criou de atender essas novas normativas para um novo mercado”, avaliou.

Walter Carneiro Júnior disse que esse reconhecimento é fruto de uma gestão eficiente envolvendo toda a organização da empresa, incluindo o conselho de administração, colaboradores e as parcerias institucionais.

Entre outros fatores, ele colocou na entrevista que na área do saneamento básico, nos últimos dois a três anos, em termos de legislação, houve mudanças que não aconteciam nas últimas quatro décadas, obrigando as companhias de saneamento do país a se reinventarem.

O diretor-presidente da estatal se reportou a lei 13.303, conhecida como  Lei das Estatais, que, segundo ele, trouxe uma série de implementações e ferramentas, incluindo governança, gestão, integridade, conduta de responsabilização de seus diretores, atributos e vedações, como atribuições obrigatórias.

“Ela trouxe novas esferas de controle interno dos seus gestores. Para você ter uma ideia hoje, acima do conselho diretor, que hoje eu faço parte, existe um conselho de administração, formado por membros do mercado; existe um comitê de auditoria, existe um comitê externo que fazem a fiscalização a cada quadrimestre de nossa gestão. Eu não posso fazer o que eu quero, tenho que seguir as diretrizes estabelecidas por esse conselho de administração”, explicou.

Walter Carneiro Júnior disse que as 26 companhias de saneamento existentes no Brasil vivem hoje um novo momento em que todas têm que se adequarem, caso contrário, ficam fora do mercado.

“Depois da Lei das Estatais, veio o novo Marco do Saneamento, em meados do ano passado, que trouxe uma série de responsabilidade e uma série de antecipação de obrigações e metas que as empresas têm, independente de ser pública ou privada, de seguir”, acrescentou.

A excelência de gestão, segundo ele, ocorre graças à dedicação e ao empenho de todos, sobretudo, ao modelo administrativo da empresa, incluindo o seu planejamento estratégico e ao plano de cargos e carreira dos funcionários que de certa forma contribuiu para o sucesso.  

Destacou, mais uma vez, a parceria firmada pela empresa por meio da PPP (Parceria Público-Privada), assinada pelo governador Reinaldo Azambuja visando o cumprimento da meta de universalização do esgotamento sanitário nos 68 municípios em que a empresa opera.

“A relação com o consumidor, com o prefeito, com os órgãos de controle, com a agência de regulação é toda de responsabilidade da Sanesul. Então, para a mãe de família, o cidadão lá na ponta, não mudou nada, ele nem percebeu que essa transição aconteceu. Licitamos em outubro, contratamos em fevereiro e desde maio essa operação é plena”, explicou.  

Ele também falou da superação da empresa diante de uma crise hídrica que não ocorria no país há quase 100 anos por conta de um eficiente planejamento de prevenção e investimentos na perfuração de poços em vários municípios onde a empresa opera, além da execução de obras na área de abastecimento de água tratada. 

ÍNDICE DA FOLHA

Walter Carneiro Júnior atestou na entrevista que a Sanesul está economicamente organizada para poder competir no mercado, observando que, para isto, a direção promoveu nos últimos dois anos uma série de ajustes no seu corpo de funcionários. O quadro de pessoal da empresa, por exemplo, compromete apenas um índice de 23%, enquanto que o limite legal é de 60%

Ele creditou tudo isso a competência de toda a diretoria e aos colabores, incluindo os que atuam na sede da empresas na Capital e nas 68 unidades de consumo no interior do Estado que, segundo o dirigente, têm participado constantemente de vários cursos de qualificação oferecidos pela empresa e correspondido ao plano de ação estabelecido pela companhia. 

“Nós fizemos um Plano de Cargos e Carreira, que há muitos anos a empresa não tinha. Criamos condições e mobilidade para as pessoas crescerem na carreira para prestigiar os atuais, mais de 1.400 funcionários. Vamos realizar agora um concurso público para preenchimento de 75 vagas existentes. Chamar esse pessoal para vir trabalhar numa companhia que é orgulho para Mato Grosso do Sul, um ativo do nosso Estado. E os números são dão bons. O índice de comprometimento da folha com relação a pessoal é de 23%, então você ver que é esse trabalho que da condição de ter uma gordura, de ter condição de queimar uma energia para fazer as entregas que a população quer”.

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