Rebelião em presídio de Cassilândia já dura cerca de três horas

Batalhão de Choque da Capital foi acionado para combater motim

| CORREIO DO ESTADO / ALANIS NETTO, CELSO BEJARANO, PATRICK ROSEL


Divulgação

No início da tarde desta quarta-feira (22), às 13h30, detentos do Estabelecimento Penal de Cassilândia saíram de suas celas e deram início a um motim no pátio do presídio.

Do lado de fora da penitenciária, é possível ver a fumaça, oriunda dos colchões incendiados, e ouvir os barulhos da dominação dos detentos nos pavilhões.

Segundo a Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen), não há reféns, e a motivação da rebelião foi desavenças entre presos.

'As forças de segurança estão atuando em conjunto para controlar a situação. Não há reféns e todas as demais providências necessárias estão sendo adotadas', ressaltaram. 

Ao Correio do Estado, a Polícia Militar informou que, até o momento, não há feridos no local, e que negocia o fim do motim há cerca de três horas. 

Tropas de choque da Polícia Penal e da Polícia Militar foram acionadas, e estão se deslocando de Campo Grande para Cassilândia, município localizado a 418 quilômetros da Capital. 

Três ambulâncias da Secretaria Municipal de Saúde, um caminhão pipa e ao menos duas viaturas da Força Tática, possivelmente vindo de Paranaíba, chegaram na unidade prisional de Cassilândia por volta de 16h30. As viaturas da Força Tática foram os primeiros reforços policiais a chegarem no município. 

A unidade prisional de Cassilândia, um estabelecimento penal de segurança média, é destinado a presos condenados do sexo masculino. Originalmente, o presídio foi construído para abrigar 80 internos. Segundo informações da PM, aproximadamente 300 dententos estão cumprindo pena no local.

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