Escola municipal de Angélica é alvo de investigação por superlotação em sala de aula

Denúncia indicou também falta de professores e monitores capacitados para crianças com deficiência

| MIDIAMAX/MARIANE CHIANEZI


Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/Ilustrativa

O MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) abriu inquérito para apurar possível superlotação em sala de aula em centro educacional de Angélica, cidade a 273 km de Campo Grande. É a segunda escola a ser alvo de investigação pelo mesmo motivo na cidade.

Conforme o procedimento, a investigação foi instaurada depois de uma denúncia através da ouvidoria.

A denúncia indicava superlotação nas salas de aula do Centro Municipal de Educação Novo Tempo, no distrito de Ipezal, assim como a falta de professores e monitores capacitados para atender as crianças com deficiência.

Diante da informação, a 1ª Promotoria de Justiça de Angélica, através do promotor Allan Thiago Barbosa Arakaki, abriu o inquérito e encaminhou ofício ao Município dando prazo de 15 dias para que tome providência em relação à superlotação da sala.

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