Anvisa proíbe dois lotes falsos de semaglutida e 9 anabolizantes sem registro

Produtos apresentam diferenças visuais e informações adulteradas

| ÂNGELA KEMPFER / CAMPO GRANDE NEWS


O remédio é indicado para o controle da glicose em adultos com diabetes (Foto: Reprodução)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou, na terça-feira (28), a apreensão de dois lotes falsificados do medicamento Rybelsus, que contém semaglutida, além de nove anabolizantes produzidos de forma irregular.

Os lotes identificados como N088499 e P08A472 do Rybelsus tiveram sua venda, distribuição e uso suspensos em todo o país. O remédio é indicado para o controle da glicose em adultos com diabetes tipo 2 e o princípio ativo popular como emagrecedor.

A ação foi adotada após a fabricante Novo Nordisk informar que detectou no mercado embalagens falsificadas com diferenças evidentes em relação ao produto original, como erros na grafia do local de fabricação, alteração no logotipo, variação no layout da embalagem e inconsistências em dados variáveis, marca d’água e material da bula.

Segundo a empresa, desde abril deste ano vem sendo identificadas falsificações e notificações são enviadas regularmente à Anvisa. A farmacêutica destacou ainda que os lotes em questão não pertencem à sua produção e que o conteúdo foi adulterado com informações falsas.

A Novo Nordisk recomenda que consumidores evitem o uso de qualquer unidade suspeita e alerta que toma medidas judiciais contra quem comercializa versões falsificadas, colaborando com a Anvisa nas investigações.

Além do Rybelsus, a agência determinou a retirada de nove anabolizantes fabricados por empresa não identificada e sem registro sanitário. Todos os produtos estão proibidos de serem fabricados, importados, vendidos, divulgados ou utilizados.

Os nomes incluídos na lista são:

  • Testolone

Testolone

  • Trenabol

Trenabol

  • Anabol

Anabol

  • Anavar

Anavar

  • Decabolin

Decabolin

  • Primobolan

Primobolan

  • Lipodrene

Lipodrene

  • Tribulus com Tadala

Tribulus com Tadala

  • SLU-PP-332

SLU-PP-332

De acordo com a Anvisa, a decisão foi tomada após constatar que os produtos não possuem autorização para fabricação e sua origem é desconhecida, representando risco à saúde dos consumidores.

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