Nunca a Copa América esteve tão badalada. É com esse sentimento que a competição começa nesta quinta-feira, 11, no Chile, quando o anfitrião fará o jogo de abertura contra o Equador. Isso porque o torneio carrega um pouco do bom desempenho exibido pelas seleções sul-americanas na Copa do Mundo do ano passado, no Brasil.

Dessa vez a disputa pelo caneco não está monopolizada por poucas equipes, como a Seleção Brasileira, a Argentina e o Uruguai. Apontar um favorito, por exemplo, é um convite ao erro. Isso porque o Brasil, que vem de excelentes resultados desde que Dunga assumiu o comando do time, não pode ser desprezado, ainda mais tendo a presença de Neymar, um dos destaques da última Champions League, conquistada pelo seu Barcelona.

A Argentina, muito menos, já que Lionel Messi, a grande estrela da companhia e companheiro de Neymar no Barcelona, agora tem a companhia de um Carlos Tevez que atravessa um grande momento. O Uruguai não conta com seu grande destaque, Luis Suárez, ainda suspenso pela mordida na Copa do Mundo. Porém, aposta em Edinson Cavani, artilheiro que vive grande momento no Paris Saint-Germain, da França.

A Colômbia também chega muito forte e aposta na base que parou diante do Brasil nas quartas de final da Copa do Mundo. James Rodríguez, um dos craques do Mundial passado, agora tem a companhia de outro capaz de desequilibrar: o artilheiro Falcao García. Anfitrião, o Chile aposta em muito mais do que a sua apaixonada torcida. O meia Jorge Valdivia é apenas mais um no elenco que conta com jogadores importantes como o atacante Alexis Sánchez, hoje no Arsenal, da Inglaterra.

A lista de grandes favoritos realmente pode contar Brasil, Argentina, Colômbia, Chile e Uruguai, atual campeão. Porém outras seleções não podem ser deprezadas. O Peru e o Paraguai parecem apostar em velhos conhecidos. Os peruanos jogam suas fichas em Paolo Guerrero, que está trocando o Corinthians pelo Flamengo. Os paraguaios, ainda se reestruturando, tem como grande figura o veterano Roque Santa Cruz. - Uruguai e Paraguai sempre brigam bem, a Colômbia tem um grande time, o Chile é um anfitrião de respeito, o Brasil nem se fala e a Argentina é sempre favorita quando entra em uma competição.

Vai ser um torneio muito disputado e para mim seria muito gratificante conquistá-lo depois que a Argentina ficou sem segundo lugar na última Copa do Mundo - analisou Lionel Messi. Outro que teve um bom papel na última Copa do Mundo e que chega em condições de aprontar é o México, porém, o time está fragilizado por não contar com suas principais estrelas, preservadas para a Copa Ouro de julho.

Peças como o meia Chicharito Hernández, do Real Madrid, ficaram de fora da lista. Outro fragilizado é o Equador, que chega desfalcado de seu grande nome, o meia tonio Valencia, que defende o Manchester United, da Inglaterra, e operou o joelho esquerdo. Bolívia e Venezuela chegam sem estrelas e apostando no fator conjunto, enquanto que a Jamaica aparece como a grande zebra.

"É uma Copa América marcada pelo equilíbrio e fica muito complicado apontar um favorito. A Copa do Mundo deve ter reflexos, pois muitas seleções ganharam força, como a Colômbia e o Chile, que jogam em casa", analisou o técnico Dunga, da Seleção Brasileira. O Uruguai é o maior vitorioso na história da Copa América com 15 canecos, um a mais que a Argentina. O Brasil ganhou oito vezes.

Sistema de disputa

O sistema de disputa é o mesmo de anos anteriores, com as 12 seleções sendo divididas em três grupos de quatro, com os times jogando entre si dentro das chaves. Os dois melhores colocados e os dois melhores terceiros colocados avançam para as quartas de final, quando começa o mata-mata. No Grupo A, o anfitrião Chile desponta como candidato ao primeiro lugar, com Equador e México brigando pelo segundo posto e a Bolívia tendo o rótulo de azarão.

O Grupo B pode ser considerado o da "morte", com Argentina, Uruguai e Paraguai. A Jamaica se torna o azarão. Já o Grupo C tem o Brasil como favorito, seguido de perto pela Colômbia. Peru e Venezuela tentam surpreender.

A história

A primeira Copa América foi disputada em 1916, na Argentina, que aproveitou o sucesso do futebol no país para comemorar o primeiro centenário da independência. O torneio terminou tendo como campeão o Uruguai, que ficou no empate sem gols com os argentinos na grande final. Foram também os uruguaios que abriram a competição com uma goleada de 4 a 0 diante do Chile.

Empolgado com o triunfo, o dirigente uruguaio Héctor Rivadavia Gómez fundou em 9 de julho daquele ano (data de aniversário da independência argentina) a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), que até hoje organiza o torneio. A primeira edição contou com quatro seleções: Brasil, Argentina, Chile e o campeão Uruguai.

No ano seguinte mais uma vez a Copa América foi disputada e teve o Uruguai como campeão. Os uruguaios também sediaram o evento. Nas primeiras edições apenas Brasil, Argentina, Uruguai e Chile disputaram a competição. Somente em 1921 o Paraguai entrou no duelo. Naquela ocasião a Argentina, que voltava a sediar o torneio, conquistou seu primeiro título. Os uruguaios, aproveitando-se do fato de contarem com a Celeste campeã olímpica em 1924 e 1928 ganhou a maioria das edições dos anos 20.

Devido a brigas políticas, o Campeonato Sul-Americano, como era conhecido, deixou de ser disputado entre os anos de 1929 e 1935. Somente em 1939 um campeão saiu do eixo Brasil-Argentina-Uruguai. O Peru conquistou aquela edição. Já na edição de 1942 aconteceu a maior goleada da história, com a Argentina aplicando 12 a 0 no Equador. Já o atacante chileno Enrique Hormazábal pode se orgulhar de ter marcado o milésimo gol da Copa América, na goleada de 7 a 1 sobre os equatorianos, na edição de 1955.

O eterno Zizinho divide com o argentino Noberto Méndez o posto de maior artilheiro em uma única edição, feito alcançado em 1957, quando o brasileiro anotou 17 gols. Em 1959 a Copa América teve duas edições. A primeira delas foi a única disputada pelo Rei Pelé, que se sagrou artilheiro com oito gols. Porém os brasileiros perderam o título para a Argentina numa final no Estádio Monumental de Núñez, em Buenos Aires, e que teve uma péssima arbitragem, que fez de tudo para os platinos ficarem com o troféu.

Ainda em 1959, atendendo a um pedido do Equador, que queria inaugurar seu Estadio Modelo, de Guayaquil, a Conmebol realizou uma segunda edição no mesmo ano e o Uruguai se sagrou campeão. Assunto em moda atualmente, a altitude entrou pela primeira vez na Copa América em 1963, quando a Bolívia sediou o evento e conquistou o único título de sua história, com uma facilidade de não deixar dúvidas os efeitos dos 3.600 metros de altura causam nos adversários.

Nas edições de 1975, 1979 e 1983 a Copa América não teve uma sede fixa, com as seleções se enfrentando em vários países e com regulamentos diferenciados. Apenas em 1987 o torneio voltou a ter uma sede fixa, a Argentina, e o Uruguai foi campeão. O ano é de trista lembrança para a Seleção Brasileira, que sofreu a histórica goleada de 4 a 0 para o Chile.

Também em 1987 pela primeira vez a Copa América era televisionada para países de fora da América do Sul. Em 1993 pela primeira vez os países da Concacaf participaram da disputa. México e Estados Unidos foram os convidados e mostraram que poderiam contribuir muito para melhorar o nível técnico. Os mexicanos, liderados pelo lendário atacante Hugo Sánchez, ficaram com o vice-campeonato, sendo superados pela Argentina na decisão.

Em 1995, no Uruguai, outro brasileiro ficaria famoso, apesar de o título ter ficado com o Uruguai. O atacante Túlio Maravilha, então no Botafogo, marcou um gol usando o braço nas quartas-de-final contra a Argentina. Diante dos irritados jornalistas argentinos na coletiva após o jogo ele fez uma provocação com o gol de mão de Maradona contra a Inglaterra na Copa do Mundo de 1986. "Se aquele gol de Maradona foi com a mão de Deus, esse contou com o braço de Nossa Senhora", disse Túlio, que perderia um pênalti decisivo na grande final, fato que contribuiu para a conquista do título pelo Uruguai.

Em 2001 a Copa América foi disputada num clima de guerra civil, devido aos problemas da Colômbia, a sede, com guerrilhas e com o narcotráfico. O fato assustou a Argentina, que sequer enviou delegação. Liderado pelo técnico Luiz Felipe Scolari o Brasil cometeu outro histórico vexame ao ser eliminado pela modesta seleção de Honduras. Um ano depois a Família Scolari daria a volta por cima e se sagraria pentacampeã do mundo.

Nos anos de 2004 e 2007 a competição foi um pouco esvaziada porque alguns atletas que atuavam na Europa não quiseram disputá-la, por conta do período de férias no Velho Continente. Mesmo assim a rivalidade rendeu duas grandes disputas, com o Brasil ganhando duas finais consecutivas diante da Argentina. Já em 2011 o destaque ficou por conta do Uruguai, que aproveitou a base que tinha ficado em terceiro lugar na Copa do Mundo de 2010 para reconquistar a América. A anfitriã Argentina deu vexame e caiu nas quartas, assim como o Brasil, que tinha um desorganizado time montado por Mano Menezes e foi eliminado pelo Paraguai nos pênaltis.

O Brasil e seus títulos

Depois de fazer figuração nas duas primeiras edições, quando chegou na terceira posição, a Seleção Brasileira conquistou seu primeiro título da Copa América na edição de 1919, quando sediou o evento, disputado no campo do Fluminense, atual sede das Laranjeiras, onde já não se disputam mais jogos oficiais. O torneio era para ter sido realizado em 1918, mas foi adiado em um ano devido a uma epidemia de gripe que assolava o Rio de Janeiro.

Comandado pelo implacável artilheiro Artur Friedenreich e Neco (os dois dividiram a artilharia com quatro gols cada) o time canarinho foi impecável. Estreou fazendo 6 a 0 no Chile, bateu a Argentina por 3 a 1 e empatou em 2 a 2 com o Uruguai, que foi seu adversário na final. O título contra a Celeste foi ganho após Friedenreich marcar o gol único do duelo na segunda prorrogação de um confronto que durou cerca de 150 minutos.

Em 1922 o Brasil voltava a sediar uma Copa América e novamente a conquistaria. Outra vez jogando nas Laranjeiras, a Seleção Brasileira teve um troféu bem mais contestado, pois terminou a primeira fase empatada com Paraguai e Uruguai. O time canarinho fez uma campanha irregular, empatando com Chile, Uruguai e Paraguai, e vencendo apenas a Argentina.

Para tirar ainda mais a credibilidade do evento, os uruguaios abandonaram a disputa se queixando da arbitragem e os argentinos, que ficaram na última posição, não contaram com os jogadores de seus principais clubes. Na grande final o Brasil não encontrou maiores problemas para fazer 3 a 0 no Paraguai. Neca foi o grande destaque do time, que já não contava mais com Friedenreich.

Em 1923 o Brasil fez uma de suas piores campanhas, perdendo todos os jogos e chegando na última posição. No ano seguinte, devido a problemas financeiros a Seleção Brasileira sequer participou, voltando no ano seguinte para ser vice-campeã. Porém a irregularidade seguia e os brasileiros voltaram a ficar algumas edições ausentes devido a problemas políticos e financeiros. Reapareceu em 1937, outra vez para ser vice. Depois de ausências e fracassos, a Seleção Brasileira voltaria a se sagrar campeã em 1949, dessa vez com um futebol vistoso.

Apesar da derrota de 2 a 1 para o Paraguai, os brasileiros ficaram marcados por goleadas impiedodas, como os 9 a 1 contra o Equador e os 10 a 1 contra a Bolívia. No jogo-desempate novo show: 7 a 0 nos paraguaios. O ataque brasileiro marcou 46 gols e a edição foi recorde em termos de gols: 135. Zizinho, Jair da Rosa Pinto e Ademir de Menezes foram os destaques de um time que no ano seguinte perderia a final da Copa do Mundo no Maracanã para o Uruguai. Em 1949 a Copa América foi disputada em vários estádios, curiosamente não nas Laranjeiras, palco dos dois primeiros títulos canarinhos.

Em 1959 Pelé jogou a sua única Copa América, foi vice-campeão ao perder para a Argentina numa final, no Estádio Monumental de Núñez, que a arbitragem fez de tudo para os platinos ganharem. Apesar disso o Atleta do Século tem boas recordações do torneio, pois foi escolhido o melhor da competição e terminou na artilharia com oito gols. Ainda em 1959 a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) realizou uma segunda edição para atender a um pedido do anfitrião Equador, que queria inaugurar o Estádio Modelo de Guayaquil. Porém o Brasil não valorizou o torneio e ficou em terceiro lugar, sendo representado por um combinado de Pernambuco.

Por muito tempo a Seleção Brasileira perseguiu o título sem sucesso, inclusive passando por algumas humilhações, como quando em 1987 foi goleada por 4 a 0 pelo Chile. Apenas quarenta anos depois da última conquista, em 1989, quando voltou a sediar a Copa América, que o Brasil enfim sentiu novamente o gostinho de ser campeão. O time dirigido por Sebastião Lazaroni começou o torneio sob as desconfianças da torcida.

Para piorar os três primeiros jogos aconteceram em Salvador e sob vaias da torcida baiana, que não entendia o porquê de Charles Baiano, do Bahia, não ser titular de um time que tinha a dupla de ataque formada por Bebeto e Romário. Alguns jogos mais tarde eles entenderiam o porquê. Depois de vencer a Venezuela por apenas 3 a 1 (levando o primeiro gol marcado pelos venezuelanos sobre o Brasil em toda a história) e empatar sem gols com Peru e Colômbia, o escrete canarinho seguiu para Recife, onde bateu o Paraguai e ganhou fôlego para a fase final, jogada toda no Rio de Janeiro.

No Maracanã, com um show de Romário e Bebeto, o Brasil passou pela Argentina por 2 a 0 e atropelou os paraguaios por 3 a 0 antes de fazer a final com o Uruguai. Diante de 170 mil torcedores (público recorde no torneio) o Baixinho fez o gol do título num 1 a 0 histórico. Bebeto foi o artilheiro com seis gols. "Aquela Copa América foi importante porque o Brasil vinha de um longo jejum e o início não foi nada fácil, com aqueles problemas na Bahia. Mas fomos crescendo com a competição, encorpando e enfim chegamos ao estágio ideal ", recordou Lazaroni.

Depois de ver a Argentina se sagrar bicampeã e perder um título nos pênaltis para o Uruguai, a Seleção Brasileira voltaria a ser campeã em 1997, pela primeira vez fora de seu próprio território. Na altitude boliviana um time com o goleiro Taffarel, os laterais Cafu e Roberto Carlos, o volante Dunga e os atacantes Romário e Ronaldo não encontrou adversários do mesmo nível e chegou a aplicar uma histórica goleada de 7 a 0 sobre o Peru nas semifinais.

Na grande decisão o Brasil, mesmo sem Romário, lesionado, bateu a Bolívia por 3 a 1, com gols de Denilson, Ronaldo e Zé Roberto. O atacante Ronaldo foi o artilheiro da competição, com sete gols. Após o torneio, irritado com as críticas de alguns segmentos da imprensa, o técnico Mário Jorge Lobo Zagallo soltou uma frase em tom de desabafo que seria eternizada: "Vocês vão ter que me engolir". Dois anos mais tarde, no Paraguai, o Brasil, dessa vez sob o comando de Vanderlei Luxemburgo, seria pela primeira vez bicampeão.

Nunca a Seleção Brasileira teve um desempenho tão brilhante, ganhando todas as partidas, marcando 17 gols e sofrendo apenas dois. Logo na estréia, nos 7 a 0 sobre a Venezuela, o país seria apresentado ao gênio Ronaldinho Gaúcho, que estreava com a camisa amarelinha marcando um gol de placa. Depois o Brasil fez 2 a 1 no México, 1 a 0 no Chile, 2 a 1 na Argentina, 2 a 0 novamente nos mexicanos e 3 a 0 na grande final contra o Uruguai. Ronaldo e Rivaldo dividiram a artilharia com cinco gols. O torneio marcou a estréia do Japão, que atendeu a um convite da Conmebol.

Em 2001 a Copa América foi disputada num clima de guerra civil, devido aos problemas da Colômbia, a sede, com guerrilhas e com o narcotráfico. O fato assustou a Argentina, que sequer enviou delegação. Liderado pelo técnico Luiz Felipe Scolari o Brasil cometeu outro histórico vexame ao ser eliminado pela modesta seleção de Honduras. Um ano depois a Família Scolari daria a volta por cima e se sagraria pentacampeã do mundo.

Em 2004, no Peru, a Seleção Brasileira conquistou um título histórico. O técnico Carlos Alberto Parreira decidiu fazer experiências e poupou as principais estrelas. Com isso o destaque do Brasil foi o atacante Adriano que, com sete gols, obteve a artilharia. A primeira fase foi complicada e após vitórias sobre Chile e Costa Rica e derrota para o Paraguai os brasileiros ficaram com a segunda posição.

Nas quartas-de-final uma goleada sobre o México por 4 a 0 que escondia a fragilidade do time, que penou para superar o Uruguai nos pênaltis nas semifinais após empate por 1 a 1 no tempo normal. Na grande final a Argentina, com seu time principal, ficou duas vezes em vantagem, com gols de Killy González e César Delgado. Luisão tinha marcado para o Brasil. Mas o empate veio aos 47 minutos, num chute de fora da área de Adriano, pouco tempo depois de Carlito Tevez, considerando o título ganho, ter feito firulas para menosprezar os brasileiros. O jogador viraria ídolo do Corinthians um ano depois. Nos pênaltis, os argentinos, abalados, caíram por 4 a 2.

Já em 2007 o técnico Dunga enfrentou muitos problemas antes da disputa do torneio, que foi na Venezuela. Os meias Kaká e Ronaldinho Gaúcho não quiseram jogar a competição alegando cansaço. O meia Zé Roberto pediu dispensa considerando que seu ciclo no escrete canarinho tinha chegado ao fim. Apesar de algumas dificuldades na primeira fase a Seleção Brasileira cresceu na reta final, mas mesmo assim chegou desacretitada para decidir com a Argentina.

Porém, os brasileiros deram um verdadeiro show, ganhando por 3 a 0: gols de Júlio Baptista, Ayala (contra) e Daniel Alves. Em 2011 o Brasil era dirigido por Mano Menezes, que não conseguiu organizar o time, que penou na primeira fase e caiu nos pênaltis diante do Paraguai nas quartas de final.

A atual Seleção Brasileira

A Seleção Brasileira chega animada para esta Copa América, algo impensado após os 7 a 1 sofridos para a Alemanha nas semifinais da Copa do Mundo de 2014. Isso porque desde que Dunga assumiu o time a sequência tem sido de grandes resultados. O time canarinho tem mostrado um futebol solidário e com jogadores de bom nível técnico.

A defesa passa mais segurança, a começar por um frio Jéfferson debaixo do travessão e uma dupla de zaga com Miranda e David Luiz. O meio-de-campo tem como segredo a saída de bola com qualidade, já que os volantes são técnicos: Elias e Fernandinho. Neymar continua sendo a grande estrela na frente e certeza de gols.  O time-base é Jéfferson, Danilo, David Luiz, Miranda e Filipe Luís; Fernandinho, Elias, Philippe Coutinho e Willian; Neymar e Diego Tardelli

Abaixo o histórico do Brasil no torneio

1916: 3º lugar 1917: 3º lugar 1919: Campeão 1920: 3º lugar 1921: 2º lugar 1922: Campeão 1923: Último lugar 1924: Não disputou 1925: 2º lugar 1926: Não disputou 1927: Não disputou 1929: Não disputou 1935: Não disputou 1937: 2º lugar 1939: Não disputou 1941: Não disputou 1942: 3º lugar 1945: 2º lugar 1946: 2º lugar 1947: Não disputou 1949: Campeão 1953: 2º lugar 1955: Não disputou 1956: 4º lugar 1957: 2º lugar 1959a: 2º lugar 1959b: 3º lugar 1963: 4º lugar 1967: Não disputou 1975: 4º lugar 1979: 4º lugar 1983: 2º lugar 1987: 5º lugar 1989: Campeão 1991: 2º lugar 1993: 6º lugar 1995: 2º lugar 1997: Campeão 1999: Campeão 2001: 6º lugar 2004: Campeão 2007: Campeão 2011: 7º lugar

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