Morreu na madrugada deste domingo (28) Silvio José Ramos Júnior, de 33 anos, que de acordo com a família foi vítima de erro médico em 31 de agosto de 2014. Segundo Renato Gama, irmão de Sílvio, ele morreu por volta da 1h deste domingo na Santa Casa.

Segundo o irmão, Silvio estava recebendo atendimento em casa por uma equipe da Cassems, uma vez que a família tentou receber ajuda do poder público, mas não obteve êxito. “Nós tivemos que fazer o convênio. Não tivemos ajuda nenhuma do poder público, só promessas”.

Ainda de acordo com Gama, na manhã deste sábado (27) Silvio passou mal e precisou ser levado para a Santa Casa, onde permaneceu internado. “No atestado de óbito colocaram que ele teve uma infecção generalizada”.

O homem que teria sido vitima de erro médico no CRS (Centro Regional de Saúde) do Tiradentes e foi encaminhado sem autorização para o CTI (Centro de Terapia Intensiva) de uma clínica particular onde ficou internado por 21 dias, gerando dívida de R$ 137 mil.

O paciente foi transferido depois que a família conseguiu uma liminar, por meio da Defensoria Pública, que determinava a transferência para o Hospital Regional do Mato Grosso do Sul Rosa Pedrossian.

Entenda o caso

A família do paciente Júnior, que estava em estado vegetativo, alega erro médico e promete entrar na Justiça para provar negligência médica e ser indenizada. Segundo os familiares, a vítima teve diversas convulsões durante atendimento médico no CRS (Centro Regional de Saúde) do Tiradentes e foi encaminhada sem autorização para o CTI (Centro de Terapia Intensiva) de uma clínica particular onde ficou internada por 21 dias, gerando uma dívida de R$ 137 mil.

Conforme Gama, os problemas tiveram início no dia 31 de agosto do ano passado, quando Júnior foi internado, por volta das 21h30, no CRS do Tiradentes. “Meu irmão estava bem, chegou à unidade de saúde andando. Na ocasião, ele falou para nossa mãe que estava com ânsia de vômito. Passou pelo médico, recebeu a medicação e teve várias convulsões entre às 21h30 e 5h30 do dia seguinte”, afirmou.

De acordo com as informações, o paciente foi levado para a Clínica Campo Grande, onde ficou por 21 dias. O tempo de internação gerou uma dívida de R$ 137 mil que está sendo cobrada da família. “Não temos esse dinheiro e fomos avisados que seria cobrado, depois de alguns dias. Ele estava no CTI, então não tínhamos o que fazer. Temos um plano de saúde de Cuiabá que não foi aceito.”, lamentou.

O paciente foi transferido depois que a família conseguiu uma liminar, por meio da Defensoria Pública, que determinava a transferência para o Hospital Regional do Mato Grosso do Sul Rosa Pedrossian. Júnior permaneceu internado até o dia 27 de outubro, recebeu alta médica e ficou sendo medicado em casa.

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