Uma estudante de 19 anos procurou a Polícia Civil para denunciar que fotos íntimas vazaram em grupos de WhatsApp. Segundo a vítima, ela possui um relacionamento com a testemunha há cerca de um mês e as fotos foram tiradas do celular dele.

No entanto, o conteúdo teria sido encaminhado para um e-mail vinculado a um antigo aparelho da testemunha de 21 anos e da ex-namorada. Porém, de acordo com o registro policial, o aparelho no qual fora enviado as fotos foi vendido para uma terceira pessoa.

Segundo a delegada Rosely Molina, titular da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), o primeiro a ser feito é descobrir como a foto foi divulgada.

"Temos situações de furto mediante fraude, divulgação [Lei Carolina Dieckman] e também os crimes de calúnia, injúria ou difamação", afirmou a delegada.

O G1 entrou em contato com a jovem e o seu advogado. Eles ressaltaram que as investigações tramitam em sigilo e que preferem não se pronunciar no momento.

O caso foi registrado como 'invasão de dispositivo informático, agravado pelo fato da divulgação de dados e informações obtidas.

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