Um lutador, um guerreiro. É desta forma que as pessoas que conhecem a história do pequeno Iran Assunção Anderson Martins conseguem defini-lo. Desenganado pelos médicos e pediatras logo ao nascer, ele vem superando todas dificuldades e barreiras que aparecem em seu caminho e mostrando que, de fato, é especial. A força e persistência de Iran tem explicação: é herança, vem da família, da mãe que não desiste do filho e nem aceita os “nãos” que a vida impõe como verdade absoluta.

Lene Assunção Anderson é policial aposentada, pois precisou pedir afastamento do trabalho para cuidar de Iran, que tem paralisia cerebral e desenvolveu autismo. Lene é, antes de tudo, uma batalhadora e um exemplo de que não se pode abandonar as esperanças e que anjos existem.

“Quando o obstetra tirou Iran no parto, ele disse que meu filho estava morto. Pedi ao médico  Mário Pissinini, um anjo em nossas vidas, que não desistisse do meu pequeno, e ele assim o fez. Ele reanimou o Iran e o salvou”, relatou. As provações de Iran não pararam por aí, muito mais viria e em pouco tempo... Todas as complicações que um bebê prematuro poderia ter, Iran teve.

Os ossos cranianos não se desenvolveram, não acompanharam o desenvolvimento do cérebro, foi quando o segundo anjo entrou na vida da família, o neurocirurgião de Dourados Adolfo Teixeira, que se compadeceu com a história e operou Iran sem cobrar os honorários. De acordo com Lene, quando ele viu o desespero dela ao tentar salvar o filho, ele disse: “Não sou Deus para saber e nem escolher o destino de seu filho, mas vou tentar te ajudar”. O que foi primordial para aumentar a qualidade de vida do menino. Essa decisão foi tomada pois nenhum outro médico quis operar a criança, disseram à Lene que o menino iria viver em estado vegetativo ou morreria logo; mas Iran vem superando todas as expectativas.

Depois da cirurgia no cérebro, Iran adquiriu movimentos que antes não tinha. Atualmente ele mexe os braços, pouco das pernas, se alimenta e é uma criança, dentro das limitações, feliz.

“A nossa luta não tem fim e não vamos desistir, se existe uma esperança, vou atrás dela”, relatou Lene. E com esta persistência, ela entrou em contato com o único hospital no mundo que pode realizar o tratamento de Iran com células tronco, desta forma, fazê-lo ganhar maior autonomia.  

O pequeno Iran já foi aceito pelo hospital em Bangkok, as amostras de sangue já foram enviadas, junto com todos os exames.  Só que o tratamento não é barato, são necessários R$ 160 mil para que a família possa ir à Tailândia em busca da cura.

“No Brasil só há o tratamentos dos sintomas das doenças e não uma cura efetiva. Não posso me conformar em ver meu filho desta forma. É meu filho e amor maior não há”, falou Lene emocionada.

Pelas redes sociais, o terceiro anjo, na verdade uma legião deles, o Low Brothers, de Dourados, criou uma página no Facebook para ajudar o pequeno Iran - Ajuda para o pequeno Iran.

( https://www.facebook.com/pages/Ajuda-para-o-pequeno-Iran/1459769321014307?fref=ts )

Todos estão vendendo rifa para ajudar. Até agora só conseguiu R$ 5 mil.

Quem quiser ajudar o guerreiro Iran, pode depositar no Banco do Brasil qualquer valor na conta em nome de Lene Assunção Anderson. Agência 391-3 / Conta 79095-8. Já quem quiser conhecer a família e mais detalhes, pode visita-los na Rua Prudêncio Campos Leite Filho, 195, Cohab 2, em Dourados.

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