Abaixo-assinado com mais de 300 assinaturas pede a volta dos acadêmicos de Medicina aos postos de saúde e Hospital Universitário de Dourados. O grupo tenta reverter a situação decorrente da greve da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) e, ontem, chamou a atenção da comunidade com um manifesto em frente ao Hospital.

Segundo os estudantes de Medicina, Sabliny Carreiro (6º ano) e Felipe Borelli (6º ano) e Gabriel Valagni (5ª ano), a greve de servidores da UFGD também impacta a saúde pública em Dourados, além de prejudicar bacharelandos e pós-graduandos.

Com a suspensão do calendário, decidido semana passada pelo Conselho de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura (Cepec), pesquisas e outras atividades ficaram impedidas, como também o internado de 107 estudantes de Medicina do quinto e sexto ano, que ficam proibidos de seguir com os estágios nas unidades básicas de saúde de Dourados, como também no Hospital Universitário (HU-UFGD).

O problema é que, além de barrar o segmento natural dos cursos, muitos destes estagiários atendiam, sob a supervisão de médicos, os pacientes que agora também vão amargar mais espera por atendimento. Os acadêmicos contam que, também, foram suspensos os acadêmicos que estagiam em hospitais de outras cidades ou estados ligados à UFGD.

No HU, segundo os estudantes, um dos setores prejudicados é a Pediatria onde, em média, ficam internadas entre 20 a 25 crianças recém-nascidas e os centros cirúrgicos, na qual os estagiários prestam total apoio aos médicos juntamente com os enfermeiros. Cirurgias foram adiadas e o serviço, em geral, comprometido.

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