Em entrevista ao programa “Bola da Vez”, o coordenador de seleções da CBF, Gilmar Rinaldi, fez revelações sobre bastidores que sucederam a derrota do Brasil para Alemanha e Holanda na última Copa do Mundo, e, consequentemente, a demissão de Luiz Felipe Scolari. De acordo com Gilmar, cinco nomes foram apresentados a José Maria Marin, então presidente da entidade.

“A decisão foi tomada em conjunto na casa do Marin. Cheguei com uma lista de cinco nomes: Tite, Marcelo Oliveira, Dunga, Muricy Ramalho e Abel Braga. Achamos que, naquele momento, para aquele momento, o melhor era o Dunga. A decisão tinha que ser rápida. Pode até se questionar o nome, mas tinha que ser rápida. Futebol tem que ser rápido. Viemos de uma derrota terrível, que ficou para a história, e alguma coisa tinha que ser feita”, contou Rinaldi.

O dirigente defendeu o atual treinador da Seleção. Alvo de muitas críticas após a eliminação na Copa América, o cargo de Dunga tem sido colocado em xeque pela imprensa e por torcedores.

“As pessoas podem gostar, não gostar, mas ele (Dunga) é o treinador da Seleção. Todo dia falam: 'Ah, mas e um treinador estrangeiro...'. Querem derrubar nosso treinador? Assumam! O treinador é ele, está escolhido, não é momento de falar em treinador estrangeiro. Nós temos treinador, respeitem o cargo ocupado. O dia que não tiver (treinador), a gente fala. Vamos respeitar o cargo do cara”, afirmou Gilmar, em defesa de Dunga.

 

O coordenador de seleções ainda pôde voltar a garantir que este é seu único cargo, e, futuramente, não deverá exercer sua antiga profissão.

“Não volto a ser agente. No Brasil, parece que é feio ganhar dinheiro com futebol, você tem que fazer as coisas escondido”, concluiu.

Quer receber notícias do Site MS NEWS via WhatsApp? Mande uma mensagem com seu nome para (67) 9 9605-4139 e se cadastre gratuitamente!


PUBLICIDADE
PUBLICIDADE