Aleluia! Depois de 52 dias - a última vitória no Brasileiro, de 2 a 1 sobre o Fluminense, no Maracanã - havia ocorrido em 19 de julho, o Vasco derrotou a Ponte Preta por 1 a 0, em Campinas e voltou a vencer pela competição. Se não brilhou, e ninguém esperava que o fizesse, a equipe de São Januário foi esforçada do começo ao fim, e embora o espetáculo tenha sido bem ruinzinho, o que valeu foram os três pontos, e a esperança de que ainda seja possível escapar da Série B. A Macaca não jogou nada. Logo, mereceu o coro de "time sem-vergonha", e seu treinador, Doriva, o de "burro".

Os times justificaram as suas colocações na tabela ao longo do primeiro tempo, levando-se em conta que não criaram praticamente nada de interessante, além de uma cabeçada de Renato Chaves, aos 22 minutos, para defesa espetacular de Jordi. Mas ambos foram iguais em mediocridade.

A expectativa de que os técnicos fizessem substituições no intervalo, para tentar sair do 0 a 0, péssimo para os dois, não se confirmou. Pior. Diguinho sofreu contusão no começo da etapa derradeira, e Jorginho, sinalizando que a prioridade era evitar a derrota, lançou Rafael Vaz, que é zagueiro, mas que ocupou de fato a posição. A Ponte, no entanto, conseguia se atrapalhar mais que o Vasco, principalmente na função básica de saída de bola.

Assim, o time carioca desperdiçou ótima chance - falta de Ferron em Leandrão - que Nenê cobrou próximo do ângulo direito, mas para fora. Aos 13, Diego Oliveira, que já havia sido advertido, soltou uma cotovelada em Luan e recebeu o cartão vermelho. Aos 14, Herrera simulou pênalti e o árbitro deixou passar. Com um jogador a mais, Jorginho promoveu mudanças, e o Vasco, que já era superior, ganhou maior movimentação, e acabou marcando aos 29, num chute colocado de Leandrão à esquerda de Marcelo Lomba.

Pressionada, a Ponte tentou buscar o empate. Mas a bola queimava nos pés de seus jogadores. E o placar permaneceu.

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