O “feriadão” do Dia de Finados foi o mais violento de Mato Grosso do Sul em cinco anos. Desde a última sexta-feira (30) até essa segunda-feira (2), a Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública) registrou 15 homicídios em todo o Estado. Campo Grande bateu o recorde de mortes no feriado, com nove ocorrências neste final de semana.

Segundo a estatística, em 2011 ocorreram nove homicídios no Estado, sendo dois na Capital e sete no interior do Estado. O mesmo número de mortes foi registrado no ano passado em Mato Grosso do Sul, porém quatro foram em Campo Grande e cinco nas outras cidades.

Os menores números de homicídios no feriadão de finados ocorreram em 2012 e 2013, registrando cinco e quatro mortes, respectivamente.

Um dos homicídios mais recentes ocorreu no Bairro Guanandi. Lucas Lima Alves, 21 anos, foi morto com quatro disparos de arma de fogo no último domingo (1). Ele havia saído da prisão há seis meses por tráfico de drogas.

Populares disseram que estavam dentro de casa quando ouviram o barulho de cinco disparos de arma de fogo. Quando saíram para ver o que havia acontecido, encontraram Lucas correndo e em seguida caindo em frente a uma das residências do bairro.

Na manhã de segunda-feira (2), um homem de aproximadamente 40 anos, ainda não identificado, foi encontrado morto com dois tiros nas costas e um na cabeça na MS-040, rodovia que liga Campo Grande a Santa Rita do Pardo. O corpo estava de bruços, o que leva a polícia a crer que o crime tenha ocorrido no local.

Ainda na segunda-feira, durante um assalto, Diego de Oliveira, 21, foi morto com três tiros na boate Macalé. O registro policial diz que Diego de Oliveira foi retirado da casa, após ameaçar os seguranças, mas voltou com uma arma e atirou contra um deles, que revidou.

Campo Grande bateu o record de mortes. De acordo com a Sejusp, este ano teve o maior registro de homicídios dolosos, com nove mortes, sendo que o menor ocorreu em 2013, com um assassinato.

Já no interior do Estado o maior número de mortes foi registrado em 2011, com sete casos. Este ano o número caiu para seis.

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