O jornalista Ricardo Boechat contou na tarde desta quinta-feira (5) que descobriu há cerca de três semanas um carcinoma basocelular, o tipo mais comum e menos agressivo de câncer de pele, e o removeu através de uma microcirurgia. O relato foi feito pelo âncora do "Jornal da Band" em seu perfil oficial no Facebook.

"Há três semanas, eu fiz um [exame] preventivo e o dermatologista identificou na minha cabeça um carcinoma basocelular, removendo-o em seguida numa microcirurgia", disse ele. "Minha careca, como vocês podem ver, ficou zero quilômetro", brincou o jornalista logo em seguida.

Segundo reportagem da rede de TV alemã Deutsche Welle, o carcinoma basocelular --ou basalioma-- é caracterizado pela superfície brilhante; e o carcinoma espinocelular ou espinalioma, cuja superfície é áspera, semelhante à das verrugas, podendo apresentar escamação.

Ambos quase sempre se formam em partes do corpo que ficaram longamente expostas a raios ultravioletas, como o crânio (pelado), rosto, antebraço, costas da mão e canela. Os descendentes de europeus, na Austrália, são as principais vítimas de câncer de pele.

Boechat aproveitou o seu caso para alertar à população sobre o Dia Nacional de Combate ao Câncer. "Neste sábado em 23 Estados, três mil médicos voluntários arregimentados pela Sociedade Brasileira de Dermatologia darão consultas de graça no Dia Nacional de Combate ao Câncer de Pele. Essa doença registra 200 mil casos novos por ano em todo o país, resultando em mais de duas mil mortes. As consultas incluirão análise, diagnóstico e posterior tratamento dos casos positivos", finalizou.

Contrariando os dados apresentados por Boechat, a Deutsche Welle informa que no Brasil são registrados cerca de 130 mil novos casos de câncer de pele a cada ano.

   

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