Acne, popularmente chamada de espinha e reconhecida como doença pela Organização Mundial de Saúde, afeta 80% dos jovens entres 13 e 21 anos. O grande transtorno deste problema é que ele não só traz danos para aparência, mas quando os pontos inflamados se multiplicam as repercussões são dramáticas na área emocional, provocando baixa auto-estima, timidez e depressão.

Segundo o cirurgião-plástico Rafael Nunes, da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, o excesso de oleosidade provocado, principalmente pelas mudanças hormonais, é o principal causador da acne.

"Hoje dispomos de duas principais frentes de tratamento intensivo, a medicamentosa com antibiótico de uso contínuo, isotretinoína ou laserterapia, que por meio da luz destrói o depósito de gordura abaixo da pele e, consequentemente, as bactérias que se alimentam deste sebo", explica o médico.

O especialista ressalta que ao atender inúmeros pacientes que não toleravam os efeitos colaterais dos medicamentos via oral e tantos outros que já faziam parte das contra-indicações dessas drogas, deu início a pesquisa para desenvolver uma tecnologia que fosse capaz de tratar o problema de dentro para fora.

O resultado dos estudos chegou por meio do aparelho AcneLux, que utiliza o laser em diferentes energias associado a radiofrequência para tratar desde a oleosidade daquela pele, que só apresenta poros abertos até casos mais graves de acnes com nódulos císticos, sem restrição de tonalidades de pele.

O tratamento indolor pode ocorrer entre uma a quatro sessões, mas como a acne não tem cura e está relacionado a outros fatores, geralmente são necessárias sessões de manutenção ou de prevenção, conforme a necessidade de cada caso. Tratamento deve ainda ser associado a cuidados diários de limpeza, proteção e hidratação correta da pele.

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