Óleo e arroz realmente estão mais caros, aponta Dieese

| A ONçA/ONçA PINTADA


Você já deve ter sentido – e muito, no bolso, a alta dos preços dos alimentos. Chegar no supermercado e estar tudo mais caro não é só sensação. É realidade. A cesta básica está 18,7% mais cara em agosto de 2020, quando comparado com o mesmo valor em agosto do 

ano passado. Os dados são da pesquisa do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). Em relação a julho, a cesta em agosto ficou quase 1% mais cara chegando a custar R$ 484,46, em média. 

O valor de uma cesta básica para uma família composta por quatro pessoas é de R$ 1.453,38. Entre janeiro e agosto a cesta com os principais alimentos a mesa do campo-grandense está 7,6% mais cara. 

E sabe aquele óleo de soja que todos estão reclamando, pois é, ele é um dos vilões e foi o item com maior variação, cerca de 31,8%, e tem preço médio de R$ 4,69 a garrafa de 900 ml.

Na comparação com o mês de Julho, o arroz ficou 13,61% mais caro, a carne bovina de primeira 8,8%), o leite integral 7,17%, o pão francês 5,35%, a farinha de trigo 3,92%, o tomate 3,32% e o café 0,35%. A redução mais expressiva foi observada no preço do feijão carioquinha de 25,5%. O preço médio pelo pacote de 1 quilo é de R$ 6,74. Fazem parte do grupo das quedas a banana (-12,21%), batata (-11,78%), açúcar (-3,29%) e manteiga (-0,39%). Ao todo, o trabalhador precisou trabalhar 101 horas e 59 minutos para comprar os alimentos, o que corresponde a 50,1% do salário-mínimo.

Se quiser receber notícias do Site MS NEWS via WhatsApp gratuitamente ENTRE AQUI . Lembramos que você precisa salvar nosso número na agenda do seu celular.


ÚLTIMAS NOTÍCIAS





















PUBLICIDADE
PUBLICIDADE