Entende-se como propósito um conjunto de políticas acionadas pelo processo do capitalismo, tal fenômeno atinge de maneira hipocrática a liberdade de expressão e de produção das pequenas, médias e grandes massas de camponeses por vez, se crucificam por razões capitalistas de produção em massa principalmente os médios e grandes latifundiários onde os mesmos se orgulham pela complexidade de domínio do sistema.

Na íntegra não discutindo os fenômenos físicos climáticos como se deveriam assim como as Leis que, flexibilizada para atender os ruralistas no qual, se faz entendedor do processo físico ambiental mas, com referência aos pilares dominantes dá se a graça de desvios de condutas e ao mesmo tempo para atender uma grande demanda de produtos e mercadorias, as indústrias quais sejam maquiladoras multinacionais ou nacionais impulsiona o sistema de produção de forma sequencial na íntegra do capitalismo selvagem.

As empresas normalmente na maioria multinacionais geram articulações para fins lucrativos no território nacional ainda, em expansão por grandes latifúndios apresentam crescimento não só no MS mas, em todo Centro-Oeste inclusive as áreas restantes do cerrado nacional atendendo assim a OMC, balança comercial e grupos de empreendedores de empresários no ramo do agribusiness, grupos de importação e exportação de matéria prima e manufaturada.

Ciente das inovações técnicas, científicas e informacionais que o mundo vem alcançando por uma necessidade de produção devido o aumento populacional nos últimos 70 anos, uma no pós guerra (1945), a famosa corrida armamentista e espacial foi marco de megas avanços na guerra fria e, outra fase marca o auge da globalização nos anos 70 e na atualidade sendo a biotecnologia no campo. Sendo também grandes crises entre guerras e conflitos na África, Ásia e Europa mas, por vez parte destes objetivos não se resumem apenas em alimentos mas sim, uma disputa territorial e combustíveis fósseis. Ciente que o mercado da agropecuária e o agribusiness ( Agronegócio, caracterizado pela produção em larga escala predominantemente exportadora, altamente mecanizada e monocultora).

Neste sabemos que, não à mágica que gere compassadamente uma harmonia entre clima e produção, o desconforto físico gerado pela ação antrópica é o maior vilão das mudanças ambientais no Brasil e no mundo. O desmatamento, queimadas, assoreamento, queima de combustível fóssil, nas conurbações urbanas geradoras do micro clima pela alta temperatura, o efeito estufa e por fim o CO2 (dióxido de carbono) que gera o desgaste da camada de O3 ( ozônio) elemento determinante para a vida na terra.

Segundo os estudos climáticos nos últimos 100 anos algumas regiões do planeta proporcionou o aumento dos desertos assim como o Atacama ao Norte do Chile, deserto do Saara sendo o maior do mundo ao Norte da África, deserto de Mongólia na Ásia, deserto do Colorado nos Estados Unidos entre outros a formação de um deserto no Brasil sendo já um caso estudado por cientistas de todas as partes do mundo inclusive os brasileiros que, por vez disponibiliza dados importantes sobre tal geografia capitalista agrária que assolou desde o período colonial até os dias atuais formando uma região inóspita aos anseios do mercado produtivo cujo nome dado de polígno da seca.

O polígno da seca no Nordeste brasileiro atinge basicamente os 9 Estados: BH, SE, AL, PE, PB, RN, CE, PI e MA. Além desses a seca em partes do ano atinge norte de Minas Gerais na Região Sudeste, leste de Tocantins na Região Norte, leste do Maranhão na Região Norte e, nordeste de Goiás na Região Centro-Oeste. O último sendo com menor frequência na oscilação das altas temperaturas. Porém, na cadência agropecuária mérito das políticas anteriores e atuais o avanço das fronteiras agrícolas do Sul e Sudeste para o Centro-Oeste favoreceu o desmatamento desordenado e a expansão agrícola para florescer as grandes áreas produtivas determinado pelas necessidades de exportação de grãos e criação de gado e a importação de máquinas e equipamentos de diversas marcas e modelos do mundo tecnologicamente moderno exceto a preservação do meio.

Sendo o caso Brasil em grandes áreas poderá sofrer graves consequências físicas naturais devido a ação antrópica, visto que seguindo em ritmo acelerado a agropecuária fortes índices para uma provável catástrofe ambiental. Não só o Nordeste mas, também a Região Norte popularmente Amazônia, Centro-Oeste e Sudeste. Nesse caso a última região a maior concentração populacional e industrial da América Latina. (A.L. Do continente Americano exceto Estados Unidos e Canadá), Visto que poucas políticas ambientais foram acionadas desde os primórdios do colonialismo, neocolonialismo e mundo pós-moderno.

Conclui-se que, na concepção do capitalismo não apresenta conformismo de produção mesmo ciente que nosso espaço onde gera vidas esta se remindo em poucos séculos sem mesmo compreendendo isso a dialética é a mesma a diferença que é um mundo concorrencial portanto, nosso futuro passa a ser visto mais de perto com tantas inovações e nos leva refletir que o sonho das novas gerações se tornarão inóspitas e gritantes onde a natureza dará o respaldo necessário das futuras gerações.

Em conformismo aos religiosos ou meros cientistas o mundo não irá se acabar mas, sim, nossa própria espécie estão criando mecanismos visíveis para qualquer letrado ou não letrado entender que a culpabilidade somos nos mesmos em curto tempo, salvo desde que possamos produzir em pequenas, médias ou larga escalas de maneira sustentável com o mínimo de respeito a natureza a si mesmo e sua própria espécie.

“A IGNORÂNCIA DO LETRADO É FECHAR OS OLHOS PARA A VERDADE, ADORMECER NA MENTIRA E ACEITAR A HIPROCRISIA DO INGNORANTE.O SÁBIO SÃO AQUELES QUE ENCHERGA O FUTURO CONSTRUÍDO PELA FORÇA DE DEUS A IMAGINAÇÃO DA CIÊNCIA DIANTE DAS ATUAIS E FUTURAS CONSEQUÊNCIAS.”

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* .GRADUADO EM GEOGRAFIA PELA UFMS, LICENCIADO E BACHAREL

.PÓS-GRADUADO EM GEOGRAFIA AMBIENTAL

. PARTE DO MESTRADO PELA UFMS:

. O capitalismo contemporâneo e o desenvolvimento Sustentável

. Estado e desenvolvimento Capitalista no Brasil

.EXERCE A FUNÇÃO:

. PROFESSOR NA REDE PÚBLICA À 17 ANOS, PARTE EM REDE PRIVADA

. GEÓGRAFO Crea: 10830/D

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